Mesmo caminhão. Ano diferente. De novo.
A Ford conquistou o título de Pick-up do ano por oito anos consecutivos. Sequência imbatível? Talvez. Mas olhe para o veículo e a obsessão faz sentido. Você precisa de uma mula de trabalho? O Ranger faz isso. Desejando aventura? Ele lida com trilhas. Quer fingir que está em um carro de rali enorme? Compre o Raptor. Precisa de algo que permaneça na calçada, mas que pareça esportivo? Existe o MS-RT. Todas as bases cobertas. Sem desculpas.
Diesel continua sendo o coração da fera. Sempre tem. Mas os híbridos plug-in mudaram o jogo no ano passado. Zero emissões quando a bateria durar. Porém, a mesma carga útil: uma tonelada. O reboque permanece em 3,5 toneladas. As mudanças no trem de força raramente prejudicam a utilidade, mas aqui isso não importava. O Ranger permaneceu no topo da cadeia alimentar.
Depois veio 2026. E o fiscal.
Novas regras atingem picapes com cabine dupla. Duro. Para se qualificarem novamente como veículos comerciais, a Ford teve que fazer mudanças. Simples, na verdade. Remova os bancos traseiros. É isso. Uma nova variante apareceu na programação, mesmo formato, classificação diferente.
Mas digamos que você mantenha o padrão de cinco lugares. O Ranger ainda é o melhor. Período.
O luxo existe no topo. As versões de orçamento existem na parte inferior. As opções intermediárias preenchem as lacunas entre trabalho e estilo de vida. Ele dirige como um carro na estrada. Fácil. Previsível. Então você cai na terra e ele aguenta sem suar a camisa. Por que escolher entre conforto e capacidade? Você não precisa.
É o caminhão definitivo? Provavelmente não. É simplesmente o melhor disponível atualmente. E há oito anos que ninguém consegue destroná-lo.
O trono parece bastante robusto. Por agora. 🏆






















